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Das transformações

Desde o começo do mês eu tenho pensado muito sobre culpa, responsabilidade, compaixão, amor, raiva, tristeza, desapego e perdão. Por causa da instabilidade emocional, em situações em que eu era seriamente ferida, eu não conseguia ficar nem por um minuto do lado racional, o que me levava a comportamentos impulsivos, mais tarde me faziam sentir vergonha, mais culpa e angústia por eu não compreender porque eu fazia coisas que eu não queria, de verdade, ter feito. Era como se as minhas emoções tivessem vida própria, um corpo, uma personalidade, e, de repente, se apropriavam de mim, aproveitando-se da minha vulnerabilidade de não ter um senso de identidade definido. Eu sinto que, hoje, ainda não tenho esse senso de "eu" muito bem estabelecido, porém, muitas coisas mudaram dentro de mim. Eu consegui estabelecer algum controle sobre todas essas emoções, e, na maior parte das vezes, não são elas que me levam, e sim eu que as controlo. 
Talvez por causa da proximidade do meu anivers…

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